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Grupos de Trabalhos

Proponentes

Justificativa

Soluções tecnológicas que visem proporcionar cidades educadoras mais seguras e inclusivas. Cliceres Mack Dal Bianco (URI)
Cristian Cleder Machado (URI)
Os princípios que norteiam as cidades educadoras foram mencionados na Carta das Cidades Educadoras (CCE 2018), o qual apresenta o direito dos habitantes desfrutarem de condições de liberdade em segurança e enfatiza que esses territórios têm a função de se desenvolver com vistas a proporcionar maior qualidade de vida aos seus habitantes, principalmente aos que possuem algum tipo de deficiência. Para que as cidades possam cumprir com sua função faz-se necessário o desenvolvimento e uso de soluções tecnológicas que darão suporte para a tomada de decisão de governos e gestores para o planejamento visando promover a segurança e a inclusão dos habitantes. Além disso, destaca-se formação de pessoas capazes de usufruir das tecnologias contemporâneas, bem como criar soluções tecnológicas que contribuam para melhorar a sua qualidade de vida e de outras pessoas.
A cidade como lócus de interação social e prática cidadã Cristhian Moreira Brum (URI)
Tarcisio Dorn de Oliveira (UNIJUÍ)
O GT aborda experiências interdisciplinares de ensino, pesquisa e extensão no campo da arquitetura e do urbanismo, no que tange questões de acessibilidade universal, racionalização de projeto, economia de energia, habitabilidade, habitações de interesse social, processo de urbanização, projeto e desenho na construção do espaço urbano. Ainda aborda as diferentes possibilidades da educação, memória, identidade e pertencimento, associando questões de ensino, aprendizagem, urbanização, territórios e produção simbólica do espaço, além da identificação, preservação e conservação do patrimônio material e imaterial, nas suas mais diversas searas (cultural, arquitetônico e ambiental).
As relações entre Educação e Direito e suas contribuições para uma cidade educadora Daniel Pulcherio Fensterseifer (URI)
Alexandre Torres Petry
O presente Grupo de Trabalho discute a relação entre a Educação e o Direito sob uma perspectiva de educação em ambientes tanto formais quanto informais de aprendizagem e sua contribuição na configuração de uma Cidade Educadora. O Direito e sua aplicação podem gerar inúmeras consequências sobre as pessoas que sofrem sua incidência, independentemente da posição que ocupa em meio a um processo ou na vida cotidiana de obediência às normas. Sob essa perspectiva, entende-se que o processo de ensinoaprendizagem pode encontrar lugar dentre esses efeitos, transformando o meio jurídico em um espaço educativo promotor de habilidades pessoais e emancipatórias. Sendo o Direito responsável pela organização das normas de convívio social e das relações entre sujeitos, tem-se um ambiente propício para desenvolver processos educativos cotidianos, decorrentes justamente dessas relações e que sejam incorporados pela comunidade como um meio de vida e de aprendizagem solidária.
Saúde e Educação na promoção da Saúde e prevenção de doenças dos trabalhadores e trabalhadoras Jaqueline Marafon Pinheiro (URI)
Marcia Casaril dos Santos Cargnin (URI)
Este GT discute acerca de que a sociedade vem sofrendo constantes alterações devido às mudanças sociais que vem ocorrendo com o passar dos anos. Tais situações, dentre tantas consequências, interferem na forma de trabalho das pessoas, obrigando os trabalhadores a usarem de sua criatividade para suprir as exigências, como alcance de metas, visando lucro e produtividade, que lhes são impostas. Esses fatores fazem com que a visão de cooperativismo e trabalho em equipe, dê lugar para uma visão de competitividade, o que leva o profissional a se submeter a uma realidade constante de estresse no trabalho, fator que pode desencadear o desenvolvimento de doenças laborais. As doenças laborais são caracterizadas como patologias provenientes de uma sobrecarga de estresse e cansaço no trabalho, o qual leva o trabalhador a ter rotinas constantes de fadiga, cefaleia e irritabilidade no seu meio de trabalho, e pode levar ao desenvolvimento de patologias ainda mais severas. As doenças laborais mais comuns são a Depressão e doença de Burnout, patologias que vêm crescendo cada dia mais no setor trabalhista. Essas doenças apresentam sintomas de difícil diagnóstico, podendo ser confundidas com outras patologias. Ainda, podem ser evitadas quando se tem um local saudável de trabalho. Nesse sentido, é pertinente salientar que quando se fala em saúde e doença do trabalhador, estamos nos referindo à saúde física e mental, considerando que a relação do homem com o trabalho se constitui em uma relação difícil que apresentava, inicialmente, patologias somáticas e, a partir da década de 1960 os sintomas psicopatológicos passam a ser considerados.
Diferentes territórios educativos e as políticas públicas: um diálogo necessário. Jaqueline Moll (UFRGS e URI)
Lia Heberlê de Almeida Pastorio (UFRGS)
Este Gt busca:
  • Refletir sobre os possíveis impactos que as políticas públicas desencadeiam no processo de construção de cidades preocupadas com a formação humana integral.
  • Discutir sobre os conceitos de meio ambiente e sociedade refletindo sobre os diferentes espaços que podem educar.
  • Evidenciar as relações entre os referenciais de Educação Não Formal e Cidade Educadora.
  • Dialogar com os princípios da Associação Internacional de Cidades Educadoras (AICE) apresentando ações possíveis.
Percepções sobre a Cidade Educadora através do diálogo entre local e global Jordana Wruck Timm (URI)
Tatiane de Freitas Ermel (Universidade Complutense de Madrid, Faculdade de Educação)
Objetivamos discutir pesquisas acadêmicas que dialogam com uma proposta/experiência desenvolvida em uma cidade com um viés em torno de educação/formação de sujeitos em diferentes fases da vida e os possíveis diálogos com o global. Também é objetivo desse GT, problematizar como as pessoas, pesquisadores e pequenos grupos de uma cidade estão integradas e/ou entrelaçadas com experiências e projetos globais, visando intercâmbios e conexões, mobilidade e interação. Ainda, temos por objetivo, mapear em que sentido as pesquisas apontam para os serviços, políticas públicas, equipamentos e serviços disponíveis no meio local para garantir aspectos relacionados a questões de ordem global e como se dão os processo de in/formação para usufruto desses recursos disponibilizados
Cidades educadoras: percursos de adesão, processos de gestão e experiências intersetoriais Luciane Sapanho Bordignon (UPF)
Eliara Zavieruka Levinski (UPF)
Pretende-se neste GT socializar, refletir e discutir questões relacionadas às trajetórias das cidades para tornaremse educadoras, a constituição dos processos de gestão da cidade, com ênfase aos Comitês/Conselhos Gestores e às experiências pedagógicas intersetoriais que caracterizam ações governamentais e ou políticas públicas. Também tem no horizonte a discussão de políticas para a formação de gestores tanto em termos dos modos pelos quais a questão da formação se mostra como potencial, quanto por aquilo que ela traz como desafio. Desta maneira, a interlocução entre os participantes deste grupo de trabalho sinalizará potencialidades, dilemas, impactos e perspectivas no que tange aos processos que colaborem para a longevidade e recriação das cidades educadoras diante dos contextos vividos, ações governamentais, políticas públicas e formação que entrelaçados, poderão contribuir para humanização e a melhoria da qualidade de vida nas cidades que educam e se educam.
Curricularização da Extensão no contexto dos territórios educativos Marcio Tascheto da Silva (UPF)
Daniela dos Santos (UPF)
Diante do desafio da territorialização das universidades, o GT objetiva aprofundar o debate/experiências da curricularização da extensão (meta 12.7 do PNE – 2014-2024) no marco dos territórios educativos e das cidades educadoras em consonância com as proposições e objetivos do Eixo Cidade Educadora e seus territórios, serviços e equipamentos.
Experiências de construção da cidade educadora no Brasil e em Portugal Silvia Regina Canan, Doutora em Educação (URI)
Paulo Louro (Instituto Superior de Educação e Ciências)
Este GT propõem:
  • Relevar que o conceito de cidade educadora é um conceito abrangente e que integra diversos domínios de intervenção política;
  • Identificar a forma como a educação contribui para combater problemas presentes na sociedade como a desigualdade de género e a conciliação dos tempos profissionais e familiares;
  • Reconhecer a importância dos governos locais na assunção de políticas de promoção da educação não formal;
  • Exemplificar a forma como um equipamento público contribui para a materialização dos princípios da carta das cidades educadoras
Educação, Cidadania e Território Rodrigo Manoel Dias da Silva
Cesar Riboli (URI)
O GT tem como objetivo disponibilizar um espaço de discussão estudos que articulem educação, cidadania e território, de modo a estimular o processo de formação continuada de profissionais que atuem na área da Educação, do Direito e da Sociologia. Em perspectiva plural dos pontos de vista teórico e metodológico, aceita trabalhos que analisem a educação e a cidadania vistas como um conjunto de práticas, recursos e meios através dos quais os indivíduos acessam e exercitam seus direitos e deveres, sua possibilidade de participação ativa na sociedade, na vida e na política. Nesse sentido, entende-se território a partir de uma compreensão de espaço delimitado (cidade) onde ocorre aprendizagens em diferentes perspectivas, no qual o indivíduo vive e convive com uma infraestrutura que viabiliza o seu desenvolvimento enquanto ser humano.
Educação empreendedora Ezequiel Plínio Albarello (URI)
Ana Paula Pessotto (URI)
O presente GT propõem:
  • Estimular a reflexão sobre a Educação Empreendedora, como meio de ampliar e enriquecer as habilidades na formação profissional;
  • Fomentar a troca de experiências e as melhores práticas de Educação Empreendedora implementadas nas diferentes áreas do conhecimento;
  • Incentivar a capacitação docente para atuar como elo propulsor do empreendedorismo nas diferentes áreas do conhecimento;
  • Elaborar proposições para a inserção da Educação Empreendedora nos currículos das diferentes áreas do conhecimento.

Grupos de Trabalhos

Proponentes

Justificativa

As Experiências e os Anúncios Pedagógicos de Humanização Hedi Maria Luft (UNIJUI)
Cênio Back Weyh (URI)
A discussão do GT busca reconhecer e distinguir experiências humanizadoras para compreender a relevância de processos de formação humana; - Destacar experiências de educação humana para evidenciar e publicizar aspectos relevantes da vida escolar.
Educação, leitura e direitos humanos Cilene Margarete Pereira (UNINCOR – MG)
Luana Teixeira Porto (URI/FW)
As discussões deste GT permeiam Educação, Leitura e Direitos Humanos, pensar esse processo de construção de sentidos por meio da leitura de textos diversos no contexto de sala de aula do Ensino Básico, priorizando objetos culturais, tais como a literatura, a canção popular, as artes plásticas, o cinema, etc., produzidos no decorrer do século XIX à contemporaneidade que tratem de temas relativos aos Direitos Humanos. Isso porque a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento normativo da Educação Básica, aprovado em 2018, em acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCNS), aponta que a formação básica dos educandos deve ser orientada por “princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva” (BRASIL, 2018a, p. 7), alinhada “ao exercício da cidadania”, respeitando e promovendo ações de fortalecimento dos Direitos Humanos. (BRASIL, 2018a, p. 7, 9). Dessa forma, o GT poderá contemplar propostas de comunicação a respeito dos seguintes temas: 1) Educação e representação de minorias nas artes; 2) Direitos humanos em materiais didáticos; 3) Proposições didáticas para educação em direitos humanos; 4) Revisões bibliográficas sistemáticas sobre inter-relação entre educação e direitos humanos; 5) Mapeamentos sobre tipos de minorias sociais representados em obras artísticas; 6) Discussões teórico-metodológicas atinentes à leitura e formação do leitor com vistas à compreensão sobre direitos humanos; 7) Contribuições de autores e obras em diferentes formas de manifestação artística à discussão educação e direitos humanos; 8) BNCC e ensino de leitura com foco na discussão sobre cidadania, justiça e direitos humanos.
Educação financeira: tecendo formas de ser e estar em cidade que educa e se educa Luci Teresinha Marchiori dos Santos Bernardi (URI)
Bruna Larissa Cecco (IFF)
O GT em questão busca:
  • Discutir a Educação Financeira no âmbito do ensino infantil, fundamental e médio pautada nos documentos orientadores;
  • Compreender a dinâmica da formação de profissionais capacitados para trabalhar com a temática nos espaços escolares ou não;
  • Partilhar saberes que tragam elementos essenciais como a sustentabilidade e o empreendedorismo.
  • Pensar a Educação Financeira como elemento mobilizador para o desenvolvimento de todos e de cada um.
  • Conectar pesquisas visando o fortalecimento do GT;
  • Compartilhar estudos que versem acerca da contribuição de uma postura financeira saudável para o desenvolvimento de cidades educadoras.
- Direito Educativo e Cidades Educadoras: um olhar sobre os processos escolares
- Derecho Educativo y Ciudades Educadoras: una mirada a los procesos escolares
Fernando Gonzalez Alonso (UPSA – Universidad Pontifícia de Salamanca – Salamanca - Espanha)
Luci Mary Duso Pacheco (URI)
Refletir sobre o direito educativo como aporte teórico e ferramenta de viabilidade para a organização das cidades Educadoras, tendo a escola papel fundamental nesse processo.
Docências contemporâneas e práticas pedagógicas: quando a Universidade e a Escola atravessam seus muros e habitam a cidade Elí Terezinha Henn Fabris (UNISINOS)
Sandra de Oliveira (UNISINOS)
Clarice Traversini (UNISINOS)
Luis Pedro Hillesheim (URI)
Este GT tem como foco proporcionar espaço de discussão, reflexão e socialização acerca das docências contemporâneas e as práticas pedagógicas desenvolvidas na Universidade e na Escola de Educação Básica para além dos seus muros. • Discutir a potência de propostas de intervenção social por meio da Universidade e da Escola.
Políticas de Educação básica e superior no Brasil: enfrentando desigualdades e construindo cidadania Rachel Costa de Azevedo Mello (UFPE)
Renata Gerhardt de Barcelos (UFRGS)
Este Gt busca:
  • Analisar o Ensino Médio na modalidade integrado com relação às orientações das políticas em educação;
  • Refletir acerca dos impactos das políticas públicas sobre o desenvolvimento da educação integral na educação básica e superior.
  • Analisar os projetos de enfrentamento da defasagem entre a idade e o ano de escolaridade a partir de seus processos avaliativos.
  • Refletir a cerca dos programas de acoes afirmativas para o ensino superior.
A alfabetização na cidade: propostas inovadoras na educação integral Angela Chuvas Naschold (UFRN)
Elisangela de Oliveira Baracho (Rede Municipal de Ensino de Currais Novos)
O Brasil, este gigantesco país, jamais resolveu o problema do fracasso na alfabetização de suas crianças, e suas escolas produzem anualmente um número imenso de analfabetos funcionais, com todas as quase irrecuperáveis consequências do estreitamento de horizontes, tanto no plano dos indivíduos quanto na sociedade. Esse quadro de insucesso em ensinar as crianças está imerso na orquestração de fracasso geral da sociedade, que, regida por uma elite egoísta, inconsequente e sem a menor noção de humanidade, de tempos em tempos, apoiada por uns poucos que desejam ter algum poder momentaneamente dado por essa elite, toma medidas para o direcionamento das políticas públicas que configuram uma escola que tem fracassado na tarefa de alfabetizar o grande número de crianças que anualmente chegam às suas salas de aula. Felizmente, não são poucos os que ao longo do tempo ao denunciarem nossa situação e têm apresentado alternativas viáveis de solução. No entanto, estas esbarraram nas orquestrações negativas da elite, que a cada época escolhe aqueles que lhe servem de instrumento para que medidas que acabam por configurar o fracasso escolar sejam tomadas.
A Cidade Educadora na Educação com Tecnologias Digitais: o que ensinar e aprender na sociedade 5.0? Elisabete Cerutti (URI)
Lucia Giraffa (PUC-RS)
A educação e as tecnologias digitais nunca estiveram tão próximas quanto na atualidade. Não existe mais separação entre o real e o virtual. Estamos vivendo uma nova revolução e recebendo esse novo modus operandi na vida social. Fato este que interfere no contexto educativo, na maneira como ensinamos e aprendemos. Torna-se relevante refletir, com profundidade, o papel do professor, do aluno e das metodologias neste cenário, evidenciando um novo humanismo que transversalidade essas relações tão mediadas pelas tecnologias.
Entre a escola e rua: abordagem de gênero para ressignifcar a circulação de saberes Eliane Cadoná (URI)
Vera Sirlei Martins (UFSM)
A partir do eixo temático Cidade Educadora e Escola, propomos pensar o espaço escolar na perspectiva da promoção da cidadania, da criticidade, empatia e cuidado, tendo nas questões de Gênero possibilidades de formação pautadas na equidade e na integralidade. Essa perspectiva, ao mesmo tempo em que reconhece a validade desses outros saberes na vida das pessoas, oferece, por intermédio da escola, recursos para que possam reivindicar equidade nas relações sociais, tanto na vida coletiva quanto individual de cada uma e de cada um. Tal movimento também (re)afirma a necessidade da articulação entre Gênero e Educação, tomando como base os preceitos articulados junto à Base Nacional Comum Curricular, ainda que firmado em um cenário contemporâneo de repulsa e contestação acerca da validade desta articulação.
As Políticas Públicas de Educação e sua Contribuição à Redução das Desigualdades Sociais e da Exclusão na Cidade Educadora Edite Maria Sudbrack (URI)
Dora Fonseca (Universidade de Aveiro/Portugal)
Possibilitar o compartilhamento de saberes e vivências no planejamento da educação, na gestão democrática, na avaliação e no direito à educação de qualidade, entre outras temáticas correlatas
Zygmunt Bauman, a educação, o conhecimento E a identidade no mundo da pluralidade sócio-cultural Claudionei Vicente Cassol (URI)
João Nicodemos Manfio (UNISOCIESC)
Sidinei Pithan da Silva (UNIJUI)
A condição humana enquanto possibilidade de constituição dos indivíduos a partir das suas vivências e compreensões se reapresenta, no mundo compartilhado, em sua potencialidade plural e expõe tensionamentos entre a identidade e a diversidade instituinte da sociedade e indicam a necessidade de pensar as relações desde o horizonte da complexidade, da ambivalência, do diálogo e da solidariedade. Pensar a educação, o conhecimento, a ciência e as individualidades desde o mundo plural dos tempos líquidos, expressa o objetivo deste Grupo de Trabalho que elege metodologias críticohermenêuticas na processualidade instituinte e auto-intituinte do humano nas suas relações com o/a outro/a e com mundo, com o humano e o ambiente, com os indivíduos e as instituições. Tematizar a educação a partir das compreensões hermenêuticas e dialéticas de Zygmunt Bauman, da pluralidade e da possibilidade instituinte do paradigma da ambivalência enquanto abertura ao diálogo, à acolhida e ao reconhecimento da diversidade no mundo líquido, identificam o escopo teórico da proposta. Consideram-se produções teóricas, debates sóciofilosóficos relacionados ao campo da educação que enfrentem problemáticas postas pela condição humana no mundo compartilhado como a oclusão mental, a corrosão e degradação do caráter e do ambiente, a injustiça social, a homogeneidade e a hegemonização, bem como a cooptação do Estado pelo ideário neoliberal. Teorizações, resultados de pesquisas, relatos de experiências e estudos de casos com preocupações no debate acerca da pluralidade como constituinte da condição humana e componente do Estado republicano compõem as bases dos trabalhos que podem circular no GT.
A leitura na era digital Ana Paula Teixeira Porto (URI)
Luciane Figueiredo Pokulat (IFFAR)
A proposição deste GT, cujo foco é a reflexão sobre a leitura na era digital, também se associa a outros fatores. Dentre os quais o processo histórico deficitário, no cenário nacional, de formação de leitores. Existem fissuras relacionadas a questões teórico-metodológicas sobre leitura e mediação de leitura na sala de aula. Essas frinchas apontam um descompasso entre a necessidade de formação qualificada de leitores e as perspectivas teórico-metodológicas adotadas em muitos espaços formativos para a promoção da leitura, já que competências leitoras revelamse insuficientes quando avaliado o nível de leitura de estudantes. Nesse âmbito, é oportuno pontuar que a formação de leitores na escola no Brasil historicamente enfrenta problemas que refletem a chamada crise de leitura que denuncia dados alarmantes acerca do nível de leitura dos estudantes na Educação Básica, como provam dados do PISA e do SAEB.
Políticas Públicas Educacionais Elsio José Corá (UFFS)
Ricardo Magalhães Dias Cardozo (IFNMG)
A proposta do GT insere-se na tentativa de criar um espaço para debates, proposições e intencionalidades ligadas ao tempo da vida no que tangem as políticas públicas educacionais, principalmente, no atual contexto brasileiro. Pretende-se, disponibilizar aos participantes um espaço para apresentação de estudos e de pesquisas sobre políticas públicas de educação e de educação comparada, tanto de abrangência nacional quanto internacional. Almejase propiciar um espaço para refletir o papel do Estado e do terceiro setor na proposição de iniciativas, bem como o planejamento, execução, avaliação e controle em Políticas Públicas em Educação. O GT pretende, também, realizar análises do impacto das políticas públicas na Educação Básica, Superior e nas modalidades de Educação Profissional e Tecnológica, Educação à Distância, Educação de Jovens e Adultos entre outras. Possui, ainda, a intenção de refletir sobre a Gestão Pública do sistema educacional: discursos e práticas, bem como as relações de poder e governo no campo educacional, na Formação de Gestores e práticas inovadoras em gestão. Com destaque para iniciativas no campo do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, Base Nacional Comum Curricular, Políticas de Permanência e Êxito entre outras políticas governamentais e institucionais.